quarta-feira, 9 de setembro de 2015

UMA LINDA MENSAGEM PRA COMEÇAR BEM ESTA SEMANA...


UMA LINDA MENSAGEM PRA COMEÇAR BEM ESTA SEMANA...
Era final de inverno...
Mais um ano havia passado e não se chegara a nenhuma conclusão.
Os partidários das diversas facções, dia após dia, perdiam-se em longas e intermináveis discussões sobre esta ou aquela candidata, sem chegarem a um consenso.
Decantava-se a beleza da papoula, as qualidades das alfazemas, o perfume dos cravos, as virtudes de pureza e humildade de lírios e violetas.
Tudo em vão...
Num canto despretensioso do mundo, onde as espécies vegetais cresciam silenciosamente, um pequeno arbusto travava sua luta diária pela sobrevivência, alheio a toda sorte de discussões.
Conformada com sua forma tosca, retorcida, prenhe de espinhos pontiagudos e consciente de que nunca alcançaria a beleza de um dente-de-leão, acostumara-se a ser desprezado e humilhado, sem, no entanto, deixar de prestar atenção nas pequenas criaturas que dependiam de sua existência para sobreviver.
A elas dedicava a sua vida, emprestando a segurança de seu tronco e ramos para abrigar insetos das chuvas e ventanias.
Era feliz, pois, se não tinha a beleza, tinha a utilidade, e isso lhe bastava.
Naquela manhã fria de final de inverno, ainda não totalmente desperta da noite, a plantinha rude viu despregar do céu uma linda estrela cor de prata.
Sorrindo, acompanhou-lhe a trajetória em arco perfeito pelo céu escuro, descendo, descendo... Em direção à floresta ainda adormecida.
Era tão suave e linda aquela forma, que, instintivamente, todos na floresta, árvores, arbustos, pássaros e flores, acordados pela luz repentina, curvavam-se para vê-la passar.
A estrela flutuou entre sorrisos, agradecendo a simpatia da floresta, até chegar perto do arbusto cheio de espinhos.
Aproximou-se lentamente da plantinha e falou-lhe docemente.
Não te inscrevestes na eleição da rainha das flores, por isso vim pessoalmente buscar-te...
Mas, senhora... gagejou a planta, ...eu?? Como posso aspirar a ser rainha de qualquer coisa... não vês o quanto sou feia!!
O Senhor da vida ordenou-me que viesse buscá-la...
Se este é o seu desejo...aqui me tens, senhora...
E partiram em um rastro de luz, na direção do conselho das flores.
As demais candidatas riram-se da pretenciosa intenção daquele feio arbusto.
A platéia silenciou quando entrou no ambiente a primavera, anunciada pelo som de mil clarins.
O arbusto, espantado, reconheceu a estrela que a trouxera até ali.
Então, senhores conselheiros - questionou a primavera- o Senhor da vida deseja saber se já encontraram a legítima representante de Seu Reino?
Não, senhora. Estávamos para decidir-nos, quando fomos interrompidos pela vaidade dessa planta sem qualidades que aí está. Veja! Quanta ousadia...
A primavera voltou-se para a plantinha que chorava de vergonha e humilhação e perguntou:
O que mais desejas nesta vida? E a planta respondeu entre lágrimas...
Amar e ser amada...
A primavera, então, tocou os galhos espinhosos e, logo, botões surgiram dos galhos semi-nus, abrindo-se em mil pétalas sedosas, de perfume inesquecível...
Qual é o teu nome? Perguntaram todos.
Eu sou a rosa...
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Quando o amor tocar os espinheiros do mundo, as rosas brotarão em cada alma.
Tal é a lei de amor, como ensinou Jesus...OK...
BJS MIL E UMA ÓTIMA SEMANA A TODOS NOS...

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O QUE TE FAZ FELIZ?




O QUE TE FAZ FELIZ?
Um mestre oriental estava reunido com um grupo de pessoas, que vinham vê-lo a fim de receber um pouco de sua sabedoria. O mestre sempre ouvia as perguntas das pessoas e procurava responde-las de acordo com o nível de entendimento de cada um.
Uma das pessoas virou-se para o mestre e perguntou:
– Mestre, o que é a felicidade?
– Antes de responder essa pergunta – disse o mestre – vou fazer uma pergunta a todos. O que te faz feliz?
– Meus filhos são a minha felicidade, disse uma moça.
– Minha estabilidade financeira me dá tranquilidade, e consequentemente, me faz feliz, disse um comerciante.
– Minha esposa, disse um homem que amava muito sua mulher.
– Penso que serei feliz quando encontrar meu grande amor, disse um jovem.
E cada uma das pessoas foi dizendo aquilo que a fazia feliz.
Por último, sobrou um senhor mais idoso, dos seus mais de sessenta anos. O mestre perguntou:
– Só falta o senhor responder a pergunta. O que te faz feliz?
O senhor parou, pensou um pouco, olhou para o céu, e respondeu:
– Nada…
Todos ficaram surpresos com a resposta, o homem completou.
– Nada me faz feliz. Não consigo encontrar alguma coisa que me traga felicidade. Eu simplesmente sou feliz.
Todos olharam uns para os outros e se deu um silêncio no ambiente. O mestre disse:
– Prestem atenção no que esse homem acabou de dizer, pois dentre todos aqui, ele é o único que encontrou a felicidade verdadeira. Só há felicidade ou realização quando esse sentimento não está ligado a coisa alguma, não depende de nada e não precisa de nada. Quando nossa felicidade está vinculada a algo, ela será sempre incompleta e sujeita a terminar a qualquer momento. Se você disser, meus filhos me fazem feliz, ou sou feliz por este ou aquele motivo, caso você venha a perder isto, sua felicidade se esgota, se perde, e você não mais a terá. Mas quando nossa felicidade não depende de coisa alguma, ela vem apenas de dentro de nós, sem nenhuma explicação e causa. Essa é a felicidade mais pura e real.
Autor: Hugo Lapa

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

"Eu vou sempre acreditar:


"Eu vou sempre acreditar:
Que amanhã será diferente;

Que a gente pode mudar;
Que a esperança nos alimenta;
Que a fé faz o impossível;
Que o riso cura a alma;

Que a amizade nos faz bem;
Que o amor é o melhor antídoto contra o ódio;
Eu vou sempre esperar:

A mudança no coração do homem.
Alguns sonhos acontecerem;

A generosidade da humanidade;
O fim das injustiças sociais.

Eu vou precisar:
De uma coragem maior;
Do abraço das pessoas;

De corações mais ternos;
De amor, grande, pequeno, bonito, forte, quente, paciente."
(DESCONHEÇO AUTORIA)

sábado, 5 de setembro de 2015

Existe Deus?




Existe Deus?
Conta-se que Buda, o grande líder religioso, estava reunido com seus discípulos certa manhã, quando um homem se aproximou e perguntou:
- Existe Deus?
O mestre penetrou no olhar do desconhecido por alguns segundos e respondeu objetivamente:
- Sim, Deus existe.
O tempo passou e, após o almoço, um outro homem se acercou do sábio e questionou:
- Existe Deus?
Buda fitou o homem rapidamente, e logo lhe respondeu:
- Não, não existe.
Ao final da tarde, então, uma terceira pessoa se achegou a ele, e lhe fez a mesma pergunta:
- Mestre, existe Deus?
O sereno e experiente sábio procurou os olhos do questionador, e explicou:
- Você é quem irá decidir.
O homem se afastou pensativo e logo os discípulos de Buda lhe exigiram satisfações:
Mestre, que absurdo! - disse o mais surpreso deles - como o senhor dá respostas diferentes para a mesma pergunta?
Com paciência e tranqüilidade, respondeu então o iluminado:
- Porque são pessoas diferentes! E cada uma delas se aproximará de Deus à sua maneira: através da certeza, da negação e da dúvida.
O fundador do budismo estava certo: somos pessoas diferentes, almas que já viveram as mais diversas experiências através das inúmeras existências.
Assim, cada um de nós irá se aproximar da verdade da sua forma.
E esta é uma das razões pela qual encontramos no mundo religiões diferentes, crenças distintas, e as mais diversas formas de interpretar a verdade.
Cada uma dessas interpretações aplica-se a um grupo de espíritos, conforme suas necessidades naquele momento da sua evolução.
É por essa razão que não podemos criticar as crenças que divergem da nossa, pois cada um encontrará a verdade de uma maneira e cada um encontrará a religião, a doutrina que lhe preencha a alma, que lhe complete, que lhe console.
Não podemos jamais ter a pretensão de que a nossa seja a melhor crença.
Ela é a melhor sim, para nós, para nossos anseios, para as nossas necessidades pessoais, mas nunca teremos o direito de impor, de converter alguém à força, à doutrina que abraçamos.
É muito importante lembrar da lição de Buda, que nos convida à reflexão, e à mudança de atitudes em relação à liberdade de crença.
Cada um de nós se aproximará de Deus à sua maneira: através da certeza, da negação, ou da dúvida.
Você sabia?
Você sabia que Kardec, na primeira obra da codificação, questiona aos espíritos por que sinal se poderá reconhecer a religião que realmente seja a expressão da verdade?
A resposta dos espíritos foi a seguinte:
"Será aquela que fizer mais homens de bem e menos hipócritas, quer dizer, praticantes da lei de amor e caridade na sua maior pureza e na sua mais larga aplicação."

O PAI DE FAMILIA.




O pai de família chegou em casa e se sentou à mesa com as contas do mês a pagar, e algumas já vencidas, quando seu filhinho, cheio de alegria, entrou correndo na sala e disse com entusiasmo:
Feliz aniversário, papai! Mamãe disse que você está completando cinquenta e cinco anos hoje, por isso eu vou lhe dar cinquenta e cinco beijos, um para cada ano.
O garoto começou a fazer o que prometera, quando o pai exclamou:
Oh! Filho, agora não! Estou tão ocupado!
O menino fez silêncio imediato. Mas o seu gesto chamou a atenção do aniversariante.
Olhando-o, o pai percebeu que havia lágrimas em seus grandes olhos azuis.
Desculpando-se, disse ao filho: Você pode terminar amanhã.
O menino não respondeu e não foi capaz de disfarçar o seu desapontamento, enquanto se afastava.
Naquela mesma noite o pai lhe falou: Venha cá e termine de me dar seus beijos agora, filho.
Ou ele não ouviu ou não estava mais com vontade, pois não atendeu ao pedido.
Dois meses depois, um acidente levou o garoto. Seu corpo foi sepultado num pequeno cemitério, perto do lugar onde ele gostava de brincar.
Aquele pai constantemente se sentava ao lado do túmulo do seu pequeno e, observando a natureza, pensava consigo mesmo:
O canto do sabiá não é mais doce que a voz do meu filho, e a rolinha que canta para os seus filhotes não é tão gentil como o menininho que deixou de completar a sua declaração de amor.
Ah! Se eu pudesse ao menos lhe dizer como me arrependo daquelas palavras impensadas, e como o meu coração está doendo agora por causa de minha falta de delicadeza.
Hoje eu fico aqui sentado, pensando em como pude não retribuir seu afeto, e entristeci seu pequeno coração, cheio de ternura.
* * *
Às vezes, por motivos banais, deixamos passar oportunidades únicas, que jamais se repetirão em nossas vidas.
São momentos em que uma distração qualquer nos afasta do abraço afetuoso de um ser querido...
Um compromisso, que poderíamos adiar, nos impede de ficar um pouco mais com alguém que nos deixará em breve...
Depois, como aconteceu ao pai que recusou os beijos do filho, só resta a dor do arrependimento.
E essa dor é como um fogo que queima sem consumir.
E não é necessário que a pessoa a quem negamos nossa atenção seja arrebatada pela morte, para que sintamos o desconforto do arrependimento.
Quantos filhos deixam de procurar os pais, por falta de atenção, e se vão, em busca de alguém que ouça seus desabafos ou responda suas perguntas.
Quantas esposas se fecham no mutismo, depois de várias tentativas de diálogo com o companheiro indiferente ou frio.
Quantos esposos se isolam, após tentativas frustradas de entendimento.
Por todas essas razões, vale a pena prestar atenção nos braços que se distendem para um abraço, os lábios que se dispõem para um beijo, as mãos que se oferecem para um carinho.
* * *
Um gesto de ternura deve ser sempre bem recebido, mesmo que estejamos sobrecarregados, cansados, sem vontade de atender.
Uma demonstração de amor é sempre bem-vinda, para dar novo colorido às nossas horas, ao nosso dia a dia, às nossas lutas.
O amor, quando chega, dissipa as trevas, clareia o caminho, perfuma o ambiente e refaz o ânimo de quem lhe recebe a suave visita.
Pense nisso!

Todos nós...




"Todos nós
temos nossas máquinas
de tempo. 
Algumas
nos levam de
volta, elas são
chamadas
recordações. Algumas nos
levam
adiante, elas são
chamadas sonhos." 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

LIBERTAÇÃO DO SOFRIMENTO

LIBERTAÇÃO DO SOFRIMENTO
Um homem procura um mestre e lhe faz uma pergunta:
– Mestre, qual a melhor forma de se libertar de um sofrimento?
O mestre responde:
– É simples. É necessário apenas viver esse sofrimento.
– Viver o sofrimento mestre? Pode explicar melhor?
– Sim. Preste atenção, pois isso é muito importante. A maioria das pessoas, ao se deparar com o sofrimento, não o vive, não permite que ele venha, fica o tempo todo evitando esse sofrimento e reprimindo-o dentro de si. No momento em que permitimos que o sofrimento venha e seja vivido, ele acaba sendo liberado de dentro de nós e logo depois vai embora. É tudo uma questão de viver o sofrimento e dar passagem a ele. O sofrimento reprimido continua dentro de nós, mas o sofrimento que é vivenciado, vem à tona, se expressa, é liberado e vai embora. Ele vem para depois seguir. Por outro lado, se o sofrimento é evitado, é reprimido, ele continua dentro de nós, sem escoamento, sem passagem, bloqueado, preso em nosso interior, e dessa forma, ele não vai embora.
O discípulo ouvia atentamente. O Mestre concluiu.
– Portanto, se alguém deseja se libertar de um sofrimento, vivencie-o, deixe que ele flua, deixe que venha e depois se vá, dê passagem a ele, permita sua expressão e sua liberação. Não evite o sofrimento, caso contrário, ele ficará preso em seu interior e pode permanecer um longo período com você.
(Hugo Lapa)