O melhor perdão que podemos conceder é aquele que concedemos a nós mesmos.
Quando entendemos a necessidade de perdoar as nossas falhas, os nosso erros, as nosas fugas, as nossas covardias.
Quando paramos um pouco e nos fazemos perguntas como:
Quando foi que deixei de sentir felicidade, mesmo nas menores coisas?
Quando foi que que a amargura chegou e tomou conta de mim?
Quando foi que deixei de gostar de mim mesmo?
Quando foi que acordar todos os dias passou a ser um fardo?
Quando foi que eu deixei de sentir vontade de viver?
Se não pararmos para responder a estas perguntas, vamos seguir a vida carregando estes fardos enormes que nos farão cansar e desistir de seguir adiante.
As dúvidas, rancores, desilusões e decepções são muito pesados e travam a caminhada.
Por isso faz-se necessário o abandono e desapego de todos estes fardos que vamos acumulando com o tempo, sim eles nos feriram...mas cabe a nós decidirmos se vamos ou não passar o resto da vida carregando-os onde quer que a gente vá!
Então, só resta uma coisa a fazer, libertar-se definitivamente, perdoar-se de uma vez por todas, amar-se incondicionalmente e preparar-se para recomeçar!f
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