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sábado, 26 de dezembro de 2015

Para obter uma graça especial, em ocasião de extrema dificuldade ou a cura de doença séria




Para obter uma graça especial, em ocasião de extrema dificuldade ou a cura de doença séria

(Em honra à túnica (Santo Sudário) que Ele vestia, quando carregando a cruz ia para o monte Calvário, a fim de ser crucificado)


Em nome do Pai + do Filho + do Espírito Santo.

Meu Senhor e meu Deus, Vossa virtude manifestou-se na cura dos doentes, dos aleijados, dos cegos, dos surdos e dos mudos.

Pelo simples toque de Vossa túnica, curastes as doenças mais graves.

Confiante em Vosso eterno poder, sobre a vida e a morte, humildemente, prosternado diante da sagrada túnica, que outrora cobria Vossa Santa humanidade; penetrado da mais viva fé, da mais Inteira confiança, do amor mais temo, ouso dirigir-Vos a eloquente prece das Irmãs de Lázaro justamente alarmadas com o estado do seu irmão.

Como elas, eu Vos direi: “Senhor, aquele a quem amais está doente”.

Tende piedade de mim, Jesus, segundo a Vossa misericórdia.

Lançai um olhar paternal sobre o Vosso filho.

“Se quiserdes podeis curar-me.” Aceitai o meu pedido. Soberano Senhor da Natureza, dizei-me, como dizeis aos leprosos, “Eu quero, estás curado”.

Mas Senhor, eu sei que todas as enfermidades humanas têm sua origem no pecado.

Posso pedir-Vos a cura do meu corpo, sem suplicar-Vos que me concedais também a cura das doenças de minha alma?

“Ó, Jesus, Filho de David, fazei que eu Vos veja”, assim como também os meus pecados e a Vossa bondade as minhas ingratidões e o Vosso amor, a Vossa justiça e a Vossa misericórdia.

Caridoso médico, curai a minha surdez. Fazei que eu Vos ouça e com docilidade escute as lições da Vossa palavra. Não permitais mais que eu fique surdo às Vossas dignas inspirações, nem aos remorsos da minha consciência.

Ó meu Criador, soltai a minha língua, há tanto tempo muda, para que ela de agora em diante cante os Vossos louvores. Que a minha voz defenda a Vossa lei santa, que eu fale distintamente para confundir os desastrosos projectos de impiedade e de descrença.

Meu Redentor, levantaste uma mulher que há dezoito anos estava curvada para a terra. Como ela, eu estou cansado. Como ela estou sempre curvado para a terra, vejo apenas as vantagens e as riquezas da terra, procuro sempre os prazeres e as volúpias da terra.

Vós que sois o Bom Pastor, esclarecei o meu espírito, tocai o meu coração.

Fazei que os meus suspiros se elevem até Vós, concedei-me contemplar a herança dos Vossos Eleitos e de mostrar-me de longe essa eterna pátria, cuja conquista eu quero fazer a todo custo.

Meu temo Pai, auxiliai-me nos meus esforços. Ajudai-me a andar e afinal chegar até onde Vós estais. Vede-me entre a multidão que me rodeia.

Dignai-Vos curar as enfermidades deste corpo que, em breve, será somente cinzas e pó.

Suplico-Vos a um primeiro milagre, a cura da minha doença, das minhas enfermidades, acrescentardes um segundo milagre, a cura das chagas dos meus olhos fontes de lágrimas.

Dizei-me aquelas palavras que dissestes ao paralítico: “Meu filho, tem confiança, teus pecados te são perdoados, toma o teu leito, levanta-te e anda”.

Assim seja.

Rezar um Credo e um Pai Nosso.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Uma mulher...




Uma mulher vestida de forma simples e com um rosto sofrido, entrou em uma loja. Se aproximou do dono e envergonhada perguntou se poderia levar alguns produtos e pagar depois. Com uma voz suave, ela explicou que seu marido estava muito doente e que não podia trabalhar, que tinham sete filhos e precisavam de alimentos.
O dono da loja, inflexível, pediu para que a mulher fosse embora. Porém, a mulher pensando em sua família continuou implorando: "Por favor senhor, eu pagarei assim que puder". O dono da loja negou dizendo que não poderia dar crédito para uma pessoa que ele não conhecia.
Perto da entrada da loja estava um cliente que escutou a conversa. O cliente se aproximou e disse ao dono que ele se responsabilizaria pelas compras da mulher, mas ele ignorou.
O dono da loja se virou para mulher e perguntou: "Você tem uma lista de compras?", ela respondeu "Sim senhor".
"Está bem, coloque sua lista na balança e o quanto pesar sua lista, eu vou lhe dar em alimentos", disse ele.
Ela se hesitou por um momento e de cabeça baixa, pegou em sua carteira um pedaço de papel e escreveu sobre ele. Em seguida, com receio, a mulher colocou o papel na balança. Ao fazer isto a balança abaixou de uma vez, como se tivesse colocado uma pedra sobre ela. O dono da loja e o cliente olharam com espanto e admiração. O dono da loja começou a colocar alimentos do outro lado da balança, mas ela nem se mexia, então ele continuou a colocar mais e mais alimentos, mas como a balança nunca se igualava, ele não aguentou e pegou o pedaço de papel para ver se havia algum truque.
O dono da loja olhou o papel e leu com espanto... não era uma lista de compras, era uma oração que dizia: "Querido Deus, o Senhor conhece minhas necessidades, deixo esta situação em suas mãos".
O dono da loja deu a mulher todos os alimentos que estavam na balança e ficou em silêncio enquanto a mulher saía da loja.