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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

AQUELES


Usa a bondade para com todos os irmãos de experiência e caminho, no entanto, empenha-te a despender mais atenção para com todos aqueles que te pareçam menos compreensíveis.
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É natural possuas na cúpula familiar parentes que amas e que te amam, porém, se aparece entre eles algum que te cause inquietações e prejuízos, esse é aquele credor de existências já transcorridas, a definir-se por teste constante da tua capacidade de tolerar e desculpar.
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Justo retenhas filhos amados que se te aninham no coração, mas, se com o tempo, algum deles te surge excessivamente agressivo ou delinquente, esse é aquele companheiro que volve contigo do pretérito, a cobrar-te determinadas contas que deixaste à distância, na contabilidade dos dias.
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Necessário contes com a colaboração de colegas corretos e leais, no grupo de trabalho de cujas atividades compartilhas, entretanto, se da equipe em ação algum se destaca, criando-te empeços e crises, esse é aquele irmão que procede de outras eras, do qual te afastaste na condição de devedor, que retomas agora, a fim de resgatar os débitos que com ele contraíste.
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Razoável disponhas de muitos cooperadores em teu núcleo social, no entanto, se um deles se te mostra na roupagem mental de um adversário complicando-te os ideais e serviços, esse é aquele companheiro junto de quem assumiste certas obrigações que precisas liquidar, de modo a reconquistar-lhe o respeito e a simpatia.
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Em suma: os nossos associados e amigos de convivência difícil são sempre aqueles credores do passado que o tempo nos devolve, a fim de cultivarmos com eles mais paciência e mais amor.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – PACIÊNCIA)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

QUE TENHAMOS MUITA FÉ...




"..Que Tenhamos muita fé,
para superar todos os obstáculos
que se apresentam no caminho
,para chegar ao nosso Pai,
que espera pacientemente
que nós retornemos ao seio dele.
Deus permitiu a existência das quedas
d’água, para aprendermos
quanta força de trabalho
e renovação podemos
extrair de nossas
próprias quedas..."