quinta-feira, 15 de outubro de 2015

APRESENTAÇÕES



Em se vendo objeto de apresentação, não deve anunciar seus títulos e lances autobiográficos, mas se você apresenta alguém, é justo lhe decline o valor, sem afetação.
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Diante de algum apontamento desairoso para com os ausentes, recorde o impositivo do respeito e da generosidade para com eles.
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Nunca é impossível descobrir algo de bom em alguém ou em alguma situação para o comentário construtivo.
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Qualquer criatura que se mostre necessitada de pedir-lhe um favor é um teste para a sua capacidade de entendimento e para os seus dotes de educação.
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Um mendigo é um companheiro no caminho, a quem talvez amanhã tenhamos de solicitar apoio fraterno.
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A criança desprotegida que encontramos na rua não é motivo para revolta ou exasperação, e sim um apelo para que trabalhemos com mais amor pela edificação de um mundo melhor.
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Não adianta reprimenda para o irmão embriagado, de vez que ele, por si mesmo, já se sabe doente e menos feliz.
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Toda vez que você destaque o mal, mesmo inconscientemente, está procurando arrasar o bem.
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Não critique, auxilie.
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Para qualquer espécie de sofrimento é possível dar migalha de alívio e amparo, ainda quando semelhante migalha não passe do sorriso de simpatia e compreensão.
(André Luiz / Francisco Cândido Xavier – SINAL VERDE)

AQUELES


Usa a bondade para com todos os irmãos de experiência e caminho, no entanto, empenha-te a despender mais atenção para com todos aqueles que te pareçam menos compreensíveis.
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É natural possuas na cúpula familiar parentes que amas e que te amam, porém, se aparece entre eles algum que te cause inquietações e prejuízos, esse é aquele credor de existências já transcorridas, a definir-se por teste constante da tua capacidade de tolerar e desculpar.
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Justo retenhas filhos amados que se te aninham no coração, mas, se com o tempo, algum deles te surge excessivamente agressivo ou delinquente, esse é aquele companheiro que volve contigo do pretérito, a cobrar-te determinadas contas que deixaste à distância, na contabilidade dos dias.
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Necessário contes com a colaboração de colegas corretos e leais, no grupo de trabalho de cujas atividades compartilhas, entretanto, se da equipe em ação algum se destaca, criando-te empeços e crises, esse é aquele irmão que procede de outras eras, do qual te afastaste na condição de devedor, que retomas agora, a fim de resgatar os débitos que com ele contraíste.
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Razoável disponhas de muitos cooperadores em teu núcleo social, no entanto, se um deles se te mostra na roupagem mental de um adversário complicando-te os ideais e serviços, esse é aquele companheiro junto de quem assumiste certas obrigações que precisas liquidar, de modo a reconquistar-lhe o respeito e a simpatia.
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Em suma: os nossos associados e amigos de convivência difícil são sempre aqueles credores do passado que o tempo nos devolve, a fim de cultivarmos com eles mais paciência e mais amor.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – PACIÊNCIA)

AS DUAS TRISTEZAS

AS DUAS TRISTEZAS

Há, sim, a tristeza construtiva – aquela que nos impulsiona para a Vida Superior, - encaminhando-nos para o trabalho da melhoria íntima, perante a sede de ascensão espiritual.
Existe, porém, a outra – a tristeza destrutiva – que se traja de luto, por dentro do coração, todos os dias, espalhando desânimo e pessimismo onde passa.
Observa a ti mesmo, a fim de que te imunizes contra semelhança doença da alma.
Toda vez que comentamos nossos problemas, exagerando-lhes o tamanho ou dramatizando as dificuldades que nos chegam à existência; sempre que tomamos o tempo alheio, a fim de recordar sofrimentos passados que a Providência Divina já mandou apagar, em nosso benefício, com a esponja do tempo; em todas as situações nas quais nos pomos a exaltar os preconceitos próprios, desconsiderando a posição e a experiência dos semelhantes; e, na generalidade dos casos em que nos pusermos a lamentar dissidências e desacordos, contendas e mágoas, estamos afastando de nós mesmos os melhores amigos, através da amargura e do ressentimento que destilamos com as nossas palavras. Naturalmente, cautelosos, esses companheiros preferem distância à partilha indébita de nossas aversões e frustrações, antagonismos e queixas, embora, sempre que generosos e leais, estejam claramente dispostos a apoiar-nos na restauração da própria harmonia.
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Compreendamos que ninguém estima a permanência num espinheiro e nem escolhe vinagre para brindar os laços diletos, e saibamos fornecer bondade e paz, entusiasmo e otimismo aos que se aproximem de nós, porquanto não há quem não necessite de alguém para executar os deveres que a vida lhe preceitue.
Para isso, nós que sabemos rogar a Deus proteção e bênção, aprendamos igualmente a pedir à Divina Providência nos conceda a precisa coragem para silenciar desapontamentos e lágrimas, de maneira a doar paz e alegria, segurança e consolo aos outros, tanto quanto esperamos esses benefícios dos outros em auxílio a nós.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – CORAGEM)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Bom dia



Aproveite este dia com todas as forças do seu espírito; sem restrições, sem ver defeitos, negatividade, tristezas. Passe por cima do olhar frio, do mau caráter, da expressão de desagrado
O seu amor é tão poderoso que resolve conflitos, dilui ódios e problemas, edifica o progresso duradouro, estabelece laços de afeto e amizade, produz resultados de paz e faz com que os outros queiram lhe devolver amor.
Amar é ser feliz.
O amor é como a flor, quanto mais você gosta dela mais quer sentir o perfume.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A vida é igual a garimpo...



A vida é igual garimpo.
Não se percebe o diamante numa primeira olhada.
Por ser muito parecido com o cascalho,
corre o risco de ser jogado fora.
Cascalhos e diamantes se parecem.
A única diferença é que o diamante esconde
o brilho sob as cascas que o revestem.
É preciso lapidar.
Pessoas são como diamantes.
Corremos o risco de jogá-las fora só porque
não tivemos a disposição de olhá-las para além de suas cascas. E então, desperdiçamos grandes riquezas
no exercício de alimentar pobrezas.
Quando o meu preconceito me impede de ver o diamante,
eu me torno cascalho no mundo.
Espero que hoje você descubra diamantes por onde passar.
[Fábio de Melo]

Bom Senso

Bom Senso

CARO(A) AMIGO(A),
É com muita tristeza que lhe participamos o falecimento de um amigo muito querido que se chamava BOM SENSO…
… e que viveu muitos e muitos anos entre nós.
Ninguém conhecia com precisão a sua idade porque o registro do seu nascimento foi desclassificado há muito tempo, tamanha a sua antiguidade.
Mas lembramo-nos muito bem dele, principalmente pelas suas lições de vida
como : «O mundo pertence àqueles que se levantam cedo »
«Não podemos esperar tudo dos outros »
Ou ainda, «O que me acontece pode ser em parte também por minha culpa »
E também …
O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como :
«Não gastar mais do que se tem »
e de claros princípios educativos como :
«São os pais quem dão a palavra final »’
Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras.
Sabendo que um educador foi afastado ao repreender um aluno por comportamento inconveniente na aula, agravou-se o seu estado de saúde.
Deteriorou-se mais ainda, quando as escolas foram obrigadas a ter autorização dos responsáveis, até para um curativo no machucado de um aluno, sequer podiam informar os pais de outros perigos mais graves incorridos pela criança.
Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas.
Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física …
O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas…
Recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.
Certamente você já reconheceu, que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento:
- dos seu pais: Verdade e Confiança;
- da sua mulher Discrição;
- da sua filha Responsabilidade e do
filho Juízo.
Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para três falsos irmãos :
- « Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos »
- « A culpa não é minha »
- « Sou uma vítima da sociedade »
Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.
Mas, se você ainda se recorda dele,
caso queira reavivar a sua lembrança,
previna todos os seus amigos do desaparecimento do saudoso BOM SENSO fazendo circular esta comunicação…
Senão, não faça nada… deixe tudo como está!!! REFLITA ISSO COM CARINHO E TENHA BOM SENSO 

terça-feira, 6 de outubro de 2015

SIGA SEU CAMINHO.


Cada um de nós tem uma trajetória a seguir.
Mas sabemos que a finalidade de estarmos aqui nesta jornada na Terra é a de aprendermos a nos tornarmos pessoas melhores, com valores morais mais elevados.
Não é fácil seguir o caminho do bem, pois há muitas pedras no caminho e é certo que em vários momentos estaremos desatentos e fatalmente iremos tropeçar, talvez até soframos algumas quedas.
Porém o mais importante em tudo isso são as lições que tirarmos de todos os tropeços, quedas e dificuldades que surgirem durante a nossa caminhada.
Há muitos que desiste no meio do caminho, mas sempre haverá uma nova oportunidade, pois Jesus não abandona nenhuma de suas ovelhas, especialmente aquelas que se perdem no caminho.
Sigamos sempre em frente confiantes de que Deus quer o melhor para nós e que só passaremos pelas provas necessárias ao nosso crescimento e evolução como seres espirituais que somos.
Portanto, ainda que muitos companheiros de jornada desistam da longa caminhada, insista, seja perseverante, pois a vitória o aguarda no final da estrada, e lá você encontrará a paz e a alegria de uma consciência tranquila pelo dever bem cumprido.

(Desconheço autoria)