segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Deus...


O mais sutil da matéria é o ar.
O mais sutil do ar é a alma.
O mais sutil da alma é o espirito. 
O mais sutil do espirito é Deus.

( Atribuído a Hermes Trismegisto.)

sábado, 17 de outubro de 2015

Sonhos




Eu sei
Que meus sonhos
São grandes
Mas são sonhos de Deus...
Eu creio
Nesse Deus que abre portas
Que move mares
E acende estrelas
Esse mesmo que desenhou
Cada detalhe do que vejo
E realiza milagres
Onde ninguém mais chega
Toca tudo que não posso ver
Mas posso senti-lo
Quando clamo!
Ele, por mim peleja...
♥

Esperança




Esperança, é o que sempre
devemos ter em nossa vida
Tenha sempre a certeza de
que, as coisas boas irão
acontecer, na hora e no
momento certo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O MELHOR DO PERDÃO...


O melhor perdão que podemos conceder é aquele que concedemos a nós mesmos.
Quando entendemos a necessidade de perdoar as nossas falhas, os nosso erros, as nosas fugas, as nossas covardias.
Quando paramos um pouco e nos fazemos perguntas como:
Quando foi que deixei de sentir felicidade, mesmo nas menores coisas?
Quando foi que que a amargura chegou e tomou conta de mim?
Quando foi que deixei de gostar de mim mesmo?
Quando foi que acordar todos os dias passou a ser um fardo?
Quando foi que eu deixei de sentir vontade de viver?
Se não pararmos para responder a estas perguntas, vamos seguir a vida carregando estes fardos enormes que nos farão cansar e desistir de seguir adiante.
As dúvidas, rancores, desilusões e decepções são muito pesados e travam a caminhada.
Por isso faz-se necessário o abandono e desapego de todos estes fardos que vamos acumulando com o tempo, sim eles nos feriram...mas cabe a nós decidirmos se vamos ou não passar o resto da vida carregando-os onde quer que a gente vá!
Então, só resta uma coisa a fazer, libertar-se definitivamente, perdoar-se de uma vez por todas, amar-se incondicionalmente e preparar-se para recomeçar!f

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

APRESENTAÇÕES



Em se vendo objeto de apresentação, não deve anunciar seus títulos e lances autobiográficos, mas se você apresenta alguém, é justo lhe decline o valor, sem afetação.
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Diante de algum apontamento desairoso para com os ausentes, recorde o impositivo do respeito e da generosidade para com eles.
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Nunca é impossível descobrir algo de bom em alguém ou em alguma situação para o comentário construtivo.
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Qualquer criatura que se mostre necessitada de pedir-lhe um favor é um teste para a sua capacidade de entendimento e para os seus dotes de educação.
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Um mendigo é um companheiro no caminho, a quem talvez amanhã tenhamos de solicitar apoio fraterno.
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A criança desprotegida que encontramos na rua não é motivo para revolta ou exasperação, e sim um apelo para que trabalhemos com mais amor pela edificação de um mundo melhor.
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Não adianta reprimenda para o irmão embriagado, de vez que ele, por si mesmo, já se sabe doente e menos feliz.
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Toda vez que você destaque o mal, mesmo inconscientemente, está procurando arrasar o bem.
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Não critique, auxilie.
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Para qualquer espécie de sofrimento é possível dar migalha de alívio e amparo, ainda quando semelhante migalha não passe do sorriso de simpatia e compreensão.
(André Luiz / Francisco Cândido Xavier – SINAL VERDE)

AQUELES


Usa a bondade para com todos os irmãos de experiência e caminho, no entanto, empenha-te a despender mais atenção para com todos aqueles que te pareçam menos compreensíveis.
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É natural possuas na cúpula familiar parentes que amas e que te amam, porém, se aparece entre eles algum que te cause inquietações e prejuízos, esse é aquele credor de existências já transcorridas, a definir-se por teste constante da tua capacidade de tolerar e desculpar.
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Justo retenhas filhos amados que se te aninham no coração, mas, se com o tempo, algum deles te surge excessivamente agressivo ou delinquente, esse é aquele companheiro que volve contigo do pretérito, a cobrar-te determinadas contas que deixaste à distância, na contabilidade dos dias.
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Necessário contes com a colaboração de colegas corretos e leais, no grupo de trabalho de cujas atividades compartilhas, entretanto, se da equipe em ação algum se destaca, criando-te empeços e crises, esse é aquele irmão que procede de outras eras, do qual te afastaste na condição de devedor, que retomas agora, a fim de resgatar os débitos que com ele contraíste.
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Razoável disponhas de muitos cooperadores em teu núcleo social, no entanto, se um deles se te mostra na roupagem mental de um adversário complicando-te os ideais e serviços, esse é aquele companheiro junto de quem assumiste certas obrigações que precisas liquidar, de modo a reconquistar-lhe o respeito e a simpatia.
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Em suma: os nossos associados e amigos de convivência difícil são sempre aqueles credores do passado que o tempo nos devolve, a fim de cultivarmos com eles mais paciência e mais amor.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – PACIÊNCIA)

AS DUAS TRISTEZAS

AS DUAS TRISTEZAS

Há, sim, a tristeza construtiva – aquela que nos impulsiona para a Vida Superior, - encaminhando-nos para o trabalho da melhoria íntima, perante a sede de ascensão espiritual.
Existe, porém, a outra – a tristeza destrutiva – que se traja de luto, por dentro do coração, todos os dias, espalhando desânimo e pessimismo onde passa.
Observa a ti mesmo, a fim de que te imunizes contra semelhança doença da alma.
Toda vez que comentamos nossos problemas, exagerando-lhes o tamanho ou dramatizando as dificuldades que nos chegam à existência; sempre que tomamos o tempo alheio, a fim de recordar sofrimentos passados que a Providência Divina já mandou apagar, em nosso benefício, com a esponja do tempo; em todas as situações nas quais nos pomos a exaltar os preconceitos próprios, desconsiderando a posição e a experiência dos semelhantes; e, na generalidade dos casos em que nos pusermos a lamentar dissidências e desacordos, contendas e mágoas, estamos afastando de nós mesmos os melhores amigos, através da amargura e do ressentimento que destilamos com as nossas palavras. Naturalmente, cautelosos, esses companheiros preferem distância à partilha indébita de nossas aversões e frustrações, antagonismos e queixas, embora, sempre que generosos e leais, estejam claramente dispostos a apoiar-nos na restauração da própria harmonia.
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Compreendamos que ninguém estima a permanência num espinheiro e nem escolhe vinagre para brindar os laços diletos, e saibamos fornecer bondade e paz, entusiasmo e otimismo aos que se aproximem de nós, porquanto não há quem não necessite de alguém para executar os deveres que a vida lhe preceitue.
Para isso, nós que sabemos rogar a Deus proteção e bênção, aprendamos igualmente a pedir à Divina Providência nos conceda a precisa coragem para silenciar desapontamentos e lágrimas, de maneira a doar paz e alegria, segurança e consolo aos outros, tanto quanto esperamos esses benefícios dos outros em auxílio a nós.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – CORAGEM)